Associação de Profissionais de Osteopatia

                                                                                                                       

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A Associação de Profissionais de Osteopatia (APO) foi fundada no dia 02 de Agosto de 2001 pelos Sr. Dr. João Salazar de Sousa, Sr. Dr. Joseph Jakob e pelo Sr. Dr. Augusto Henriques.

Desde então a APO tem sido, e é presidida pelo Sr. Dr. e Mestre Augusto Henriques, sendo este o Representante da Osteopatia no processo de Regulamentação e Regulação do Estado Português das medicinas, ou seja, das terapêuticas não convencionais.

 

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joelhoTodos os membros da APO formaram-se em Países onde a Osteopatia está regulamentada, nomeadamente no Reino Unido, possuindo uma qualificação académica e obtiveram reconhecimento profissional de renome mundial.

Formaram-se numa das Faculdades/escolas acreditadas por uma das atuais onze Universidades Públicas Britânicas com curso de Osteopatia / Medicina Osteopática.

Somente quem detém:


A) reconhecimento profissional pelo General Osteopathic Council (GOsC)  que foi o primeiro (www.osteopathy.org.uk )

                                                   
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consulta Conselho auto-regulador a quem o Parlamento Britânico deu tão elevado estatuto estabelecido e oficialmente formado a partir  do  'Osteopaths Act / 1993' - Lei dos Osteopatas do Parlamento Britânico

www.legislation.gov.uk./ukpga/1993/21/contents

(em sentido lato, será o equivalente no mínimo, a uma “Ordem de Osteopatia” em Portugal; - na prática e realidade é muito mais do que isso, é mais do que simplesmente uma associação a quem o Estado devolveu poderes, excluindo melhor informada opinião, como normalmente e, pelo que sabemos, sucede em Portugal),

B) e académico, ou seja Universitário

pode exercer clínica nesta área única do saber no Reino Unido e, intitular-se Osteopata, estando o título de Osteopata protegido pela Lei da Jurisdição Britânica.

Devido a estes fatos, (estabelecidos nos melhores critérios de qualidade), alguns dos atuais membros da APO que se formaram em Portugal, para poderem ser membors da APO (fizeram formação adicional dada por Osteopatas oficialmente inscritos em Inglaterra, esta foi devidamente estruturada, e controlada com constantes avaliações e ensino clínico), passaram com sucesso por um rigoroso escrutínio de avaliação, (em Universidades Públicas Britânicas, para onde temporariamente se deslocaram). Após este bem sucedido processo, registaram-se no GOsC e de seguida, automaticamente, puderam tornar-se membros da APO.

Para estarem registados neste organismo Britânico, todos os Osteopatas tiveram que individualmente passar por um rigoroso método de formação e avaliação, comprovando e demonstrando (através de avaliadores externos) o seu conhecimento científico e, a sua competência Osteopática e clínica, obtendo assim oficialmente pelo Estado Britânico, o seu reconhecimento académico e profissional, para poderem exercer clínica em Inglaterra e intitularem-se de Osteopatas.  

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consulta bebeAdicionalmente, ainda no que concerne a APO e seus membros, muitos destes   possuem Mestrado e Doutoramentos, ou estão em processo de conclusão destes graus académicos, não só em Osteopatia mas também noutras áreas de Saúde, sendo também estes, sinais evidentes de elevada competência, educação e profissionalismo.


A reunião da excelência da Osteopatia em Portugal na APO tem como principais objectivos:

• Promover junto dos osteopatas, dos profissionais de saúde e da sociedade em geral, o desenvolvimento da Osteopatia / Medicina Osteopática;

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manipul crianca• Promover junto das entidades competentes a regulamentação da Osteopatia, tendo em vista o seureconhecimento, a regulamentação do ensino deste ramo do saber, a investigação científica e a sua integração no sistema de saúde.

Só assim, consideramos nós, poderá haver poupança de recursos na Nação, baseados na tentativa de sempre obter os melhores resultados possíveis.

Deixamos esta afirmação como base de reflexão:

 

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- sendo ambos os Países (Portugal e o Reino Unido, e este último é considerado líder na Saúde a nível Mundial, onde a Osteopatia / Medicina Osteopática detém uma regulamentação em pleno, aí existem: uma regulação, desenvolvimento, promoção e investigação científica concertada e de vanguarda internacional), como íamos dizendo estas duas Nações, para além de deterem alianças firmadas há séculos, são membros de pleno direito da União Europeia, que para ser uma União tem que ter os mesmos princípios, valores e fundamentos;

- portanto, é situação de fato que,  

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manipul adultoum Paciente pode ser tratado por um dos profissionais desta associação que detém individualmente "full practice rights", assim pode trabalhar neste momento se o desejar, na Jurisdição Britânica, por exemplo, tanto em hospitais públicos, clínicas, ou consultórios privados, para isso está inscrito oficialmente no GOsC e;

- esse mesmo profissional e paciente, ao virem a / para Portugal têm que proceder de forma diferente, (reiteramos, tanto para o paciente como para o profissional), ficando ambos prejudicados, tanto na livre e na correta aplicação da clínica osteopática, como para com a sua obtenção, e pior ainda, no livre direito à escolha pelo paciente;

- como é possível ainda ver-se este estado de coisas assim no nosso País ?

Veja-se o caso dum dos Países de origem da Osteopatia, os Estados Unidos da América:  

- um vídeo sobre o atual estado da profissão osteopática -   http://data.aacom.org/video/AACOM2012.wmv

http://www.aacom.org/about/osteomed/pages/default.aspx

 

http://www.aacom.org/resources/bookstore/Documents/GrowthRpt2009.pdf

Um dos primeiros hospitais Osteopáticos em Kirksville,Missouri nos Estados Unidos da América, ca.1900

 

Terminamos, deixando um outro pequeno video, entre outras situações, para informar sobre muita da investigação científica que se faz por esse Mundo fora na Osteopatia / Medicina Osteopática, infelizmente com estes atrasos na Regulamentação e Regulação profissional Portugal está na retaguarda: 

 

Vídeo

http://www.hsc.unt.edu/orc/videos/ORC%20Video%202010.wmv

http://www.brighton.ac.uk/sohp/research/groups/ncor.php

http://www.ncor.org.uk/who-we-are/location/

 

http://www.ncor.org.uk/wp-content/uploads/2012/11/Ongoing-trials.pdf

 

- Uma Dissertação do segundo curso de Mestrado dum membro desta associação (no que concerne uma preocupação referênciada mais em cima, a regulamentação e regulação profissional, chama-se a atenção para as página 158 e 159), releva-se uma cuidada leitura ao longo das 160 páginas, foi em 10 de Janeiro de 2013 (este original trabalho de investigação científica qualitativa, feito em Portugal numa prestigiada Universidade Pública, a segunda mais antiga), mencionado num Relatório da Comissão S S T da Assembleia da República:

http://repositorio.ipl.pt/handle/10400.21/1729

http://www.ncor.org.uk/who-we-are/location/